sábado, 16 de janeiro de 2010

Perto de Deus - Cidade Negra

Yeah!
Me dê sua mão agora
Sair por aí
E ver o mundo afora
Sonhar, chegar...

Não quero
Dizer tudo que eu sinto
E o que eu vivi
A vida
Tá sendo boa agora
Cantar, chegar...

Perto de Deus

Yeah!
Me dê sua mão agora
Cantei, senti
Que a vida tá lá fora
Cantar, voar...

Eu tive as chances
Que uma vida
Pode dar pra alguém
Cantei
Assim senti
Que fui muito mais além
Chegar, ficar...

Perto de Deus

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Analfabetos bíblicos

Se existe uma coisa que eu gostaria que acontecesse neste Brasil seria uma perseguição religiosa, com a proibição de se abrirem igrejas pentecostais, ou melhor, peStecostais, pois estas têm explorado a população mais pobre do país, a qual, em busca de milagres, tem lotado os galpões e catedrais, onde essas igrejas fazem suas espúrias reuniões, pregando um falso evangelho. Elas começam funcionando em galpões alugados e, pouco tempo depois, com a extorsão dos dízimos e ofertas, tornam-se proprietárias de edifícios enormes, ao mesmo tempo em que os seus fundadores se locupletam do dinheiro dos pobres, o qual é enviado aos bancos internacionais. E os infelizes enganados pelos seus ardis religiosos vão ficando cada dia mais pobres, aguardando os milagres prometidos, pois os falsos pastores sempre usam a desculpa de que o crente “não recebeu o milagre porque sua fé não foi suficiente”.

No caso de uma perseguição religiosa, com o fechamento dessas igrejas, os cristãos iriam se reunir em locais discretos, sem barulho algum e sem extorsão contra os membros, com uma permissão oficial, como acontece em alguns países, onde o verdadeiro Cristianismo tem florescido de maneira extraordinária. O Cristianismo do primeiro século floresceu exatamente porque foi perseguido e quem ao mesmo se filiou era realmente um crente que amava Jesus Cristo e desejava crescer na graça e conhecimento de Sua Palavra Santa.

Hoje em dia, a maioria das pessoas corre para uma igreja pentecostal - como as igrejas da IURD, do R. R. Soares, as do “apóstolo” Waldomiro Santiago, e outras imitações baratas, em busca de poder e milagres. Por isso esses jacarés espirituais, aproveitando a ignorância secular e bíblica dos seus membros, exploram-nos à vontade, vendendo promessas e milagres, que nunca se realizam. E como “a esperança é a última que morre”, as vítimas desses mentirosos continuam enchendo os gazofilácios de suas “sinagogas”, esperando algo de bom, que jamais vai acontecer...

Um desses meliantes do Evangelho, o “apóstolo” Waldomiro Santiago, vende CDs, lenços ungidos e, tendo visto a prosperidade do negócio embasado na ignorância dos seus frequentadores, agora está vendendo também água da torneira, engarrafada em potinhos plásticos, garantindo que se trata de água ungida de poder, para curar todos os males e dar prosperidade financeira. Mas o que se poderia esperar de um “apóstolo”, que exige 30% de dízimo de suas vítimas?

Segundo as notícias da mídia, esses falsos bispos e apóstolos têm por hábito abrir igrejas sem alvará, não pagando os aluguéis em dia e, quando a fiscalização aperta, eles fecham a igreja “perseguida” e procuram outro bairro da cidade grande, onde abrem outra igreja, levando suas vítimas para lá e ganhando novas vítimas para o seu escuso negócio religioso.

Antigamente, eu costumava escrever contra os erros e heresias do Catolicismo Romano. Mas depois de ter começado a investigar os crimes praticados pelos falsos pastores “evangélicos”, resolvi deixar o papa de lado e me voltar para esses espertalhões, que são bem piores. O Catolicismo Romano prega a idolatria de imagens, rosário, água benta, etc., mas é menos ganancioso e tem mais classe do que essa religião que nada tem de evangélica, sendo realmente kakangélica, pois prega um falso evangelho e explora os que acreditam nas lorotas dos seus fundadores.

E quem achar que estou arrependida por ter abandonado o Catolicismo e me tornando protestante, fique sabendo que eu não me converti a uma religião, mas a Jesus Cristo, lendo a BÍBLIA; por isso não corro o menor risco de voltar à religião do papa.

O segredo da expansão do chamado “evangelho da fé/prosperidade” é que os espertos pregadores prometem curas e milagres, aproveitando as passagens bíblicas que dão a falsa impressão de que eles estão pregando a verdade e, desse modo, vão enganando os pobres brasileiros, que estão sempre à espera de algo melhor que possa acontecer em suas vidas.

Os pregadores pentecostais e “avivados” gostam de pregar o Velho Testamento, no qual Deus promete riqueza aos judeus obedientes à Lei de Moisés e, usando a falsa teologia católica dominionista de que “Israel foi extinta para sempre e que a Igreja é a nova Israel de Deus”, eles vão prometendo mundos e fundos aos cristãos, apropriando-se indevidamente das promessas divinas escritas (e entregues) exclusivamente para os judeus, na próxima dispensação judaica, a segunda (verdadeira) dispensação pentecostal.

Muitos pentecas fanáticos (e também católicos papistas) costumam me escrever com injúrias, criticando meus artigos. Mas para toda essa gente iludida por sofismas religiosos, tenho a uma boa lixeira, onde sempre caem os e-mails indigestos, que nem me dou ao trabalho de ler, além da primeira linha (os primeiros) e nem sequer uma palavra, a partir dos seguintes, pois não tenho tempo a perder com esses analfabetos bíblicos!

Mary Schultze

Fonte: http://www.maryschultze.com/news.php?readmore=172

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Como Zaqueu ??????

Queria falar sobre essa musica que tem sido cantada pelos quatro cantos do país, tanto pelos evangélicos, como pelos catolicos e afins. A musica tem sido tocada exaustivamente em rádios e TVs, seja qual segmento for, e em diversos ritmos, desde o pagode ao funk. Se tornou uma febre.

Eu nunca havia entendido porque eu nunca gostei dessa musica, desde a primeira vez que ouvi. Não era apenas só porque as primeiras pessoas que ouvi cantando esta música tinham uma vida totalmente fora dos caminhos de Cristo, vivendo um grande teatro, uma farsa que me dá náuseas só de lembrar. Tinha algo alem disso. Mas eu precisava entender o por quê.

O tempo passava e eu tinha apenas aversão a esta musica, sem saber explicar o motivo. Todas as vezes que ela tocava perto de mim eu tinha vontade de sair correndo e ficar o mais longe possível dela. E eu me indagava: é necessário descobrir a razão pela qual essa canção me incomodava.

Depois de algum tempo, eu vi esse vídeo na internet, uma parodia da musica:


http://www.youtube.com/watch?v=f-eOkW4gOwA

Então a ficha caiu e pude concluir porque eu nunca tinha gostado desta musica. A canção diz: “Me ensina a ter santidade”. Onde no texto Zaqueu disse isso? Zaqueu disse assim: "Olha, Senhor! Estou dando a metade dos meus bens aos pobres; e se de alguém extorqui alguma coisa, devolverei quatro vezes mais" (Lucas 19.8, NVI)

Zaqueu era uma pessoa corrompida pelo dinheiro, e quando encontrou Jesus percebeu que não podia mais ser escravo do dinheiro. Era necessário mudar sua postura em relação ao dinheiro.

Logo em seguida, Jesus lhe disse: "Hoje houve salvação nesta casa! Porque este homem também é filho de Abraão.” (Lucas 19.9, NVI)
Jesus disse que houve salvação não porque Ele entrou na casa de Zaqueu, mas porque Zaqueu escolheu mudar sua postura em relação ao dinheiro. Muitos acreditam que se uma pessoa convidar Jesus para entrar no seu coração (assim como Jesus entrou na casa de Zaqueu) a salvação chegou.

Não. É preciso abrir mão de tudo o que nos prende a esse mundo, e se houver algo a ser corrigido, ai sim terá salvação na sua casa (na sua vida)

Então pude entender o porque desta musica me incomodar tanto. Descobri que, na verdade, esta musica que as pessoas estão cantando é uma das musicas que mais escondem um desejo oculto nas pessoas de nossa geração. O que na verdade as pessoas estão desejosas de cantar foi feito esplendidamente por esses dois rapazes do vídeo acima. Eles conseguiram sintetizar o sentimento que existe no coração das pessoas hoje que estão buscando a igreja: querem apenas dinheiro. O deus que estas pessoas servem se chama Mamom, o deus que Cristo apontou em Mateus 6.24.

Se o autor da musica tivesse sido fiel ao texto bíblico e cantando: “Me ensina a perder o amor ao dinheiro” ou então “Me ensina a devolver o que não é meu”, ou “Me ensina a dividir o meu dinheiro com os pobres”, teria ensinado uma grande lição e uma grande verdade bíblica. Mas não venderia tantos CDs e não teria sua musica tocada pelo Brasil afora. E entre cantar a verdade e ganhar dinheiro, o que vocês acham que uma pessoa vai escolher?

Se ele tivesse cantado o que a Bíblia realmente diz sobre a historia de Zaqueu, talvez a reação das pessoas seria como a do jovem rico: achariam o discurso lindo, mas voltariam para suas casas preocupadas com suas riquezas e com suas posses.

Me ensina a ter santidade é muito vago, se voce partir do pressuposto de que muita gente tem sua interpretação para o que é ter santidade. E tudo o que as pessoas querem é uma religião vaga, sem muita explicação, uma fé apenas de sentimentos, sem mudança de atitudes.

Agora, cantar “Me ensina a perder o amor ao dinheiro” ou então “Me ensina a devolver tudo o que não é meu”, ou “Me ensina a dividir o meu dinheiro com os pobres” é direto e não tem outra forma de interpretar.

Me ensina a ter santidade........Como Zaqueu? Foi essa a sua atitude perante Jesus?

(Os rapazes do vídeo acima disseram que a musica é apenas uma brincadeira, não tiveram que a coragem de dizer que é isto que está dentro dos corações daqueles que só querem o dinheiro. É preciso respeitar então a postura deles, de dizerem que é apenas uma brincadeira. Mas existem outras pessoas que fizeram outras parodias com esta musica e não se envergonharam de falar a verdade. Vale a pena ver esse outro vídeo também: http://www.youtube.com/watch?v=QHIyaZXPstM&feature=related)

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Deixei de ser evangelico para me tornar cristão

Evangélico ou Cristão?

“…Porque eu não me envergonho do evangelho… mas, de ser evangélico” Romanos 1:16 (paráfrase do autor)

Hoje, após anos caminhando no meio do cristianismo e sendo tratado como “evangélico”; depois de sofrer com o descaso e com a sujeira que se instalou no meio religioso; diante da exploração imoral da fé e de pessoas; das decepções que acumulei nestes últimos tempos com a igreja, tomei uma decisão importante para a minha vida espiritual. Para tanto me debrucei sobre a Bíblia e criteriosamente analisei todos os fundamentos que definem o comportamento de alguém efetivamente comprometido com os ensinos de Jesus. Li com exaustão Atos dos Apóstolos para só depois tomar a decisão que achei a mais sensata diante do quadro que se instalou no meio religioso. Assim, deixei de ser mais um “evangélico” e decidi ser “cristão assumido”.

Você pode estar pensando que é tudo a mesma coisa, que não há qualquer diferença nas duas expressões, mas apesar de se assemelharem, definitivamente não há como serem associadas. Não da forma como pregam por aí nos transatlânticos da fé ancorados em quase todas as esquinas das cidades ou nos supermercados religiosos que vivem abarrotados de pessoas à procura de novidades. Aliás, vale salientar que os discípulos foram, em Antioquia, reconhecidos como “cristãos” e não como “evangélicos”. – Atos 11:26

Você pode estar me chamando de maluco ou desinformado; pode estar me considerando um herege; um rebelde frustrado, mas diga-me, quem são os “evangélicos” hoje? Que atributos credenciam alguém ao titulo de ser “evangélico”? Sugiro que você, antes de um prejulgamento contra a minha pessoa, faça uma lista contendo um nome de expressão no Brasil, no seu estado e em sua cidade, de alguém que você considera evangélico, pessoas que estejam ligadas à política, meio empresarial, educação, saúde ou órgão do governo.

Não vou exigir muito, estes me servirão como base para a minha tese. Vamos continuar o exercício, agora me diga, dos nomes que você listou, em qual desses setores você pode dizer com todas as palavras que “põe a mão no fogo” pelos indicados? Para qual dos escolhidos você seria capaz de ir aos tribunais defendê-lo na sua conduta como “evangélico”? Se a lista fosse minha, nenhum! E olha que não estou sendo radical, apenas sincero. É isto mesmo, a banalização do evangelho com práticas construídas sobre interesses denominacionais e não sob as ordenanças Divinas me dão sustentação suficiente para fundamentar os meus argumentos e a minha defesa. Cansei de ver raposa tomando conta de galinheiro.

Obviamente que existe ainda um grupo de pessoas com boas intenções, gente que de alguma forma busca viver o que prega, que ainda acreditam na propagação do evangelho como único instrumento capaz de satisfazer aos anseios do coração e da alma do homem. Louvo a Deus por estes que ainda resistem bravamente às investidas de satanás contra a igreja de Cristo e espero que não desistam de seus objetivos.

Já ao final de seu ministério, Charles Spurgeon* escreveu uma série de artigos intitulados “O Declínio” onde ele estava advertindo a igreja de seus dias, lá no passado, quanto ao fato de que o cristianismo estava em declínio e, o que era pior, o ímpeto de descida parecia estar vencendo todas as tentativas de conter esta decadência. Os líderes cristãos estavam se tornando mundanos, espiritualmente frios e tolerantes aos erros doutrinários. Isso acontecia em tal nível que Spurgeon tinha receios de que a igreja perderia completamente o seu testemunho. Infelizmente, a previsão de Spurgeon se tornou em realidade insofismável hoje.

Lamentavelmente o que vemos é muito mais gente que usa do titulo de “evangélico” para se esconder, para se auto-promoverem, para ganharem um bom dinheiro, contrariando com comportamentos condenáveis o que na verdade significa ser “evangélico”. O rotulo, mesmo falsificado, neste caso enseja confiança aos desavisados. Para onde foram os bons costumes? Onde está o senso de moral? O mundo encontra-se hoje numa situação vergonhosa e desesperadora, no entanto, os seus habitantes não têm vergonha do que fazem ou dizem e muitos encontraram na religião um lugar seguro para agirem sem serem incomodados.

Me envergonho do evangelho ao ligar a televisão e ver homens inescrupulosos negociando com a fé das pessoas; ao saber que na frente das telas da TV há muitos pobres evangélicos aprovando e até contribuindo com tudo que é mostrado ali; ao ver o comércio da fé sendo explorado livremente nas igrejas eletrônicas onde vende-se de tudo; ao ver a religião evangélica fazendo parcerias indissolúveis com o inimigo; ao ver líderes atrelados, andando de mãos dadas com o diabo na maior naturalidade. Me envergonho ao ver homens mudando a verdade de Deus em mentiras, honrando e servindo mais a criatura do que ao Criador; Quanto dinheiro jogado fora nas fossas podres da religiosidade permissiva, nociva à sociedade e à vida espiritual. Quanta vergonha! Vergonha acompanhada por um misto de indignação e revolta, pois mesmo com todo o meu protesto e o meu esforço, percebo que a coisa caminha para o retrocesso rumo a um abismo espiritual intransponível.

Me cansei de carregar na testa o rotulo de evangélico. São todos iguais, afirmam as pessoas, colocando todo mundo num mesmo patamar, misturando joio e trigo em um só saco. Justos e pecadores, sérios ou não, todos sem distinção estão, pelas palavras da sociedade comungando comportamentos religiosos semelhantes. Os “evangélicos” lamentavelmente são os que mais enganam, os que faltam com a honra da palavra, os que difamam, subjugam pessoas, envolvem-se em escândalos espreitam a derrota, inclusive, dos próprios “irmãos da igreja”; são os que mais se divorciam segundo dados, os que mais sabem apontar o indicador de condenação, os que matam o amor pregando o amor. Cansei-me dos chavões, dos sermões e palavras construídas sob encomenda, pois de nada adianta falar do amor de Deus enquanto pessoas, do lado de fora dos templos, estão sem entender o barulho que se faz lá dentro.

Do outro lado o que vemos, no entanto, são pessoas simples dividindo o pouco que têm, com seus semelhantes sem ter nenhuma denominação religiosa por trás, enquanto muita gente que diz ser “servo de Deus”, e até se orgulham disto, com tudo que precisam e mais alguma coisa; com todos os pressupostos de felicidade à disposição, gente de triunfo, de sucesso, que pouco ou nada fazem, mesmo tendo muito mais do que precisam para viverem uma vida tranqüila.

Ser “evangélico” está na moda, ser “cristão” não. O primeiro é bonito, é moderno, é diferente, é místico, é favorável e em alguns casos dá status. O segundo pelo contrário não atrai pelas exigências de fidelidade e comprometimento sincero com princípios que poucos estão dispostos a arcarem com o peso que eles colocam sobre os ombros. Basta só dar uma espiadinha na lista de artistas, de jogadores e de políticos que se declaram “evangélicos” todos os dias… Ter um destes no rol de freqüentadores da igreja pode render bons lucros. Quanta hipocrisia! Quanta enganação!

Por tudo que relatei acima tomei a decisão de abandonar a fachada de “evangélico” para ser apenas “cristão”. Decidi viver bem com Deus, sem, no entanto, fazer propósitos irracionais, sem viver na alienação dos temores, sem ser forçado à obediência a líderes que intimidam e não pregam o evangelho. Decidi ser mais espiritual, mais humano, mais emocional, mais racional, mais sensível. Decidi ainda a abandonar a religiosidade vazia fundamentada em formas e resolvi correr atrás de conteúdo, algo que preencha todos os vazios do meu coração e da minha alma. Quero ser cheio de compaixão, exprimir amor na sua profundidade e na sua extensão, quero entender o sofrimento alheio. Quero, simplesmente, ser “cristão”.

* – Charles Haddon Spurgeon, foi um pastor batista britânico, que morreu em 1892.

Extraido do site solomon1.com

Autor: Carlos Roberto Martins de Souza

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Um bate-papo com C.S. Lewis

Por Daniel Grubba

Resolvi trocar umas idéias com C.S. Lewis (1898 – 1963). É isso mesmo. Estou curioso para saber o que este gigante da fé cristã pensa sobre Teologia e espiritualidade.


****

Provavelmente você deve estar achando muito estranho alguém em 2009 entrevistar o “mais relutantes dos convertidos”* postumamente, não é mesmo? Você deve estar se perguntando: Será que o Daniel consultou o espírito de Lewis através da necromancia?

Na verdade queridos leitores, eu elaborei as perguntas, e as palavras registradas em dois de seus livros me responderam com exatidão (Cristianismo puro e simples, p.203-206 e na última pergunta consultei Peso de gloria, p. 61,62). Foi deste modo, bem simples.

* Devo lhes dizer que todas as respostas de Lewis foram retiradas integralmente dos livros citados, sem qualquer tipo de acréscimo ou recurso literário de minha parte.

****Bate-papo com Lewis****

Porque você resolveu falar sobre Teologia em plena 2º guerra mundial para o leitor comum?

Todos me aconselharam a não lhes dizer o que vou dizer (...) Afirmam: “O leitor comum não quer saber de Teologia; dê-lhes somente a religião simples e prática.” Rejeitei o conselho. Não acho que o leitor comum seja um tolo.

Você realmente acredita que Teologia é importante para o leitor comum? E como você define Teologia?


Teologia significa “a Ciência de Deus”, e creio que todo homem que pensa sobre Deus gostaria de ter sobre ele a noção mais clara e mais precisa possível. Vocês não são crianças: porque, então, lhes tratar como tal?

Lewis, nós estudantes, ouvimos exaustivamente que Teologia é “letra que mata”, desnecessária para o crescimento saudável da fé, e que o mais importante é a experiência real com Deus. Você também acredita que as experiências com Deus são suficientes e muito mais proveitosas?


Em certo sentido, até compreendo por que algumas pessoas se sentem desconsertadas ou até incomodadas pela Teologia. Lembro-me de certa ocasião em que dava uma palestra para os pilotos da R.A.F. e um oficial velho e rijo levantou-se e disse: “Nada disso tem serventia para mim. Mas saiba que também sou um homem religioso. Sei que existe um Deus. Sozinho no deserto, a noite, já senti a presença dele: o tremendo mistério. Para qualquer um que tenha conhecido a realidade, todos eles (doutrina, dogmas e fórmulas) parecem mesquinhos, pedantes e irreais”. Ora, num certo sentido, até concordo com esse homem.

Quer dizer que o senhor concorda com o que este oficial lhe disse? Explique-nos melhor.

Creio que ele provavelmente teve uma experiência real com Deus no deserto. Quando se voltou da experiência para a doutrina cristã, acho que realmente passou de algo real para algo menos real. Da mesma maneira, um homem que já viu o Atlântico da praia e depois olha um mapa do Atlântico também está trocando a cosia real pela menos real: troca as ondas de verdade por um pedaço de papel colorido.

Bom Lewis, se for assim então, qual é a necessidade de estudarmos Teologia? Quem em sã consciência irá trocar as ondas de verdade (experiência real), por um pedaço de papel colorido (Teologia)?

Mas é exatamente essa a questão. Admito que o mapa (Teologia) não passa de uma folha de papel colorido.

****Intervalo para o chá****


Em off para Lewis: nós o convidamos para nos ajudar a defender a importância da Teologia. O senhor não percebe que está nos constrangendo publicamente? Deveríamos ter chamado Francis Schaeffer. Você precisa se esforçar para nos explicar melhor seu ponto de vista como um teólogo que já vendeu mais de 200 milhões de livros em mais de 30 línguas diferentes.

****Retomando a entrevista****

O senhor pode nos explicar melhor o que você quer dizer quando se refere a Teologia como um mapa colorido de papel?


O mapa não passa de uma folha de papel. Mas há duas coisas que devemos lembrar a seu respeito. Em primeiro lugar, ele se baseia nas experiências de centenas ou milhares de pessoas que navegaram pelas águas do verdadeiro oceano. Dessa forma, tem por trás de si uma massa de informações tão reais quanto se pode ter da beira da praia; com a diferença que, enquanto a sua (experiência) é um único relance, o mapa abarca e colige todas as experiências de diversas pessoas. Em segundo lugar, se você quer ir para algum lugar, o mapa é absolutamente necessário.

O que é então mais importante de acordo com seu ponto de vista: experiência ou teologia?


Enquanto você se contentar com caminhadas à beira da praia, seus vislumbres serão mais divertidos que o exame do mapa; mas o mapa será de mais valia que uma caminhada pela praia se você quiser ir para um lugar distante. A teologia é como um mapa. O simples ato de aprender e pensar sobre doutrinas cristãs, é sem dúvida menos real e menos instigante que o tipo de experiência que meu amigo teve no deserto. As doutrinas não são Deus, são como um mapa. Esse mapa, porem, é baseado nas experiências de centenas de pessoas que realmente tiveram contato com Deus (...) Além disso se você quiser progredir, precisará desse mapa.

Parece-nos que o senhor está afirmando que para o verdadeiro progresso na fé, o indispensável é o mapa e não a experiência. É isso mesmo?

Note que o que aconteceu com aquele homem no deserto pode ter isso real e certamente foi emocionante, mas não deu em nada. Não levou a lugar nenhum. Não há nada que possamos fazer.

Porque então é que as pessoas superlotam os lugares que prometem experiências concretas com Deus; e nossas escolas dominicais e reuniões de estudos bíblicos, estão sempre vazias?

Na verdade, é justamente por isso que uma religiosidade vaga – sentir Deus na natureza e assim por diante – é tão atraente. Ela é toda baseada em sensações e não dá trabalho algum: é como mirar as ondas da praia.

Isto não quer dizer que as experiências não sejam importantes, não é mesmo? Acontece Lewis, que tem uns teólogos por ai que colocam Jesus na Torre de Marfim das academias filosóficas e desejam aniquilar a possibilidade do contato pessoal com o divino.

Também não chegaremos a lugar algum, se ficar examinando os mapas sem fazer-se ao mar. E, se fizer-se ao mar sem um mapa, não estará seguro.

É muito importante ressaltar isso que o senhor acabou de falar. Tanto o mergulho no mar, quanto o mapa são importantes. Assim como você, também somos a favor deste equilíbrio. No entanto Lewis parece-nos que hoje em dia, somente a experiência tem valor. Sofremos muito preconceito por dedicarmos nosso tempo ao estudo teológico. Qual é, portanto, a importância da Teologia hoje em dia?

A Teologia é uma questão pratica, especialmente hoje em dia. No passado, quando havia menos instrução formal e menos discussões, talvez fosse possível passar com algumas poucas idéias simples sobre Deus. Hoje não é mais assim. Todo mundo lê, todo mundo presta atenção a discussões. Consequentemente, se você não der atenção à Teologia, isso não significa que não terá idéia alguma sobre Deus. Significa que terá, isto sim, uma porção de idéias erradas – idéias más, confusas, obsoletas.

Poxa Lewis. É exatamente isto que tem acontecido no Brasil. A falta da Teologia está levando a igreja a adotar idéias e praticas absolutamente estranhas a Revelação bíblica. O que você tem a dizer para estes que são os responsáveis por introduzir elementos anômalos ao seio da igreja evangélica nacional?

A imensa maioria das idéias que são disseminadas como novidades hoje em dia são as que os verdadeiros teólogos testaram vários séculos atrás e rejeitaram.

O que podemos fazer? Você acha importante o ministério apologético?

Ser ignorantes e simples agora - não estar aptos para enfrentar os inimigos em seu próprio campo - seria abrir mão de nossas armas e trair nossos irmãos sem formação acadêmica, que, abaixo de Deus, não ter nenhuma defesa contra os ataques intelectuais dos pagãos, a não ser a defesa que lhes podemos oferecer. (O peso de gloria, p. 61-62)

Obrigado Lewis, o senhor tem nos ajudado bastante em nosso crescimento espiritual.


***
Fonte: http://www.pulpitocristao.com/2009/08/um-bate-papo-com-cs-lewis.html

Autor: Esse texto é de autoria de Daniel Grubba, editor do Soli Deo Gloria
Não deixe de acessar: http://dlgrubba.blogspot.com/

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

C.S. Lewis

"Antes de me tornar cristão, acho que eu não entendia completamente o fato inevitável de que a vida de alguém, depois da conversão, consistir em fazer a maior parte das mesmas coisas que fazia antes, agora com o novo espírito – espera-se -, mas ainda as mesmas coisas. [...]

A exigência divina é infinita e inexorável. Podemos recusá-la ou podemos começar tentar cumpri-la. Não há meio termo. Contudo, apesar disso, é claro que o Cristianismo não exclui nenhuma das atividades humanas ordinárias. O apóstolo Paulo manda que seus leitores continuem cumprindo as suas tarefas. Ele até presume que os cristãos vão a festas e, além do mais, festas pagãs. Nosso Senhor vai a uma festa de casamento e oferece um vinho miraculoso. [...]

Todas as nossas atividades meramente naturais serão aceitas se forem oferecidas a Deus, mesmo as mais humildes, e todas elas, mesmo as mais nobres, serão pecaminosas se não forem oferecidas a Deus. [...]

Não existe nenhum conflito essencial entre a vida espiritual e as atividades humanas como tais. Desse modo, a onipresença da obediência a Deus na vida cristã é, de certa forma, análoga á onipresença de Deus no espaço. Deus não preenche o espaço como um corpo o preenche, no sentido de que partes dele estejam em diferentes partes do espaço, excluindo outros objetos desse espaço. Contudo, Ele está em toda parte – totalmente presente em todos os pontos do espaço – de acordo com os bons teólogos."

LEWIS, C.S. O peso de Glória. São Paulo: Editora Vida, 2008.p.55,57,58.

sábado, 7 de novembro de 2009

Os pecados capitais dos pastores evangélicos

1. - Soberba - O que tem de pastor soberbo por aí, só mesmo vendo para acreditar. Muitos deles se acham melhores e mais santos do que os outros, sem atentar ao fato de que foram salvos exclusivamente pela GRAÇA e MISERICÓRDIA de Deus, sem que nada merecessem, a não ser condenação e inferno. Que eles jamais se considerem melhores do que os crentes e incrédulos, devendo amá-los, respeitá-los, pregar-lhes o Evangelho bíblico e orar por eles, a fim de provar que realmente os amam. Vamos ler Romanos 14:10: “Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo”; 14:12: “De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus”.

2. - Avareza - Este é o pecado mais encontrado nos “pentecapastors”, os quais fazem da avareza (que é idolatria) o seu pecado especial. Eles pregam o Evangelho não por amor às almas perdidas, mas visando lucros financeiros, para encher suas contas bancárias e construir templos suntuosos, a fim de mostrar aos seus confrades que sua igreja é MAIOR e MAIS BONITA do que a deles. O fenômeno (católico/pagão) do crescimento de igrejas começou nos Estados Unidos e tem se espalhado por todo o Ocidente, onde o clero se tornou mundano e avarento, em busca de fama, riqueza e poder eclesiástico (Lucas 12:15; Colossenses 3:5; 2 Pedro 2:3, etc.). Essa febre foi espalhada por um herege/budista dono de uma mega-igreja, o coreano David Yongi Cho. Ela infectou os americanos e, hoje em dia, alguns homens como Rick Warren e Robert Schüller exibem mega-igrejas com milhares de “convencidos” da salvação (Mateus 7:21-23). E os macacos nacionais seguem atrás deles...

3. - Luxúria - Antigamente os pastores evangélicos se destacavam pela sua honestidade e fidelidade no leito conjugal e no lar, “governando bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia”, conforme o mandamento da I Timóteo 3:4. Hoje os escândalos envolvendo pastores famosos explodem em todos os países, à medida que cresce o número de mega-igrejas. Muitos pastores que ficam famosos na TV são logo tentados por alguma ovelha sedenta de atenção e carinho e acabam caindo no pecado da luxúria, no adultério e até mesmo no homossexualismo. (1 Coríntios 6:18; 10:8; Gálatas 6:19; Apocalipse 21:8, etc.)

4. - Ira - Este é um pecado muito comum nos “pentecapastors“ e nos “avivados”, quando os gazofilácios de suas igrejas não ficam recheados de notas, após os cultos em que eles pregam, desavergonhadamente, Malaquias 3. Eles sempre exigem dízimos e ofertas (com até cheques pré-datados) das ovelhas incautas, as quais, acreditando em receber bênçãos à custa de sua generosidade, vão dando o que têm e o que não têm a esses “ministros do anjo de luz”, que desonram a igreja do Senhor (Efésios 4:26; Tiago 1:19; Mateus 5:22, etc.).

5. - Gula - Este é um dos pecados mais acariciados pelos pastores modernos. Quem já ouviu algum pastor pregar contra o grave pecado da GULA? Eu nunca ouvi. Eles ficam exigindo que suas ovelhas jejuem, mas eles mesmos comem tanto que acabam ficando gordos e flácidos, pelo excesso de arroz, feijão, macarrão, maionese, farofa, carne, doces, etc. Meu marido (um Químico alemão especialista em alimentos) costumava dizer que cada 10 gramas de alimento ingerido - além do que o organismo carece - se transforma em gordura, sobrecarregando o fígado e, nesse caso, engordando o pastor guloso, afetando-lhe a saúde e tornando-o preguiçoso no desempenho dos seus deveres eclesiásticos. É difícil encontrar um pastor que não seja obeso, pois enquanto esses “anjos da igreja” pregam nos púlpitos, muitas vezes estão ansiando pelo término do culto, a fim de irem para casa e encherem seus ventres de carboidratos, gordura e doces (Gálatas 5:21).

6. - Inveja - O que existe de pastor invejoso por aí nem se pode contar. Eles têm inveja dos incrédulos, quando os vêm enchendo as casas lotéricas em busca de fortuna fácil. Invejam-nos, quando os vêem diante de uma garrafa de cerveja nos bares, e também quando os vêem acompanhados de alguma mulher bonita e elegante, usando maquilagem e adereços da moda, pois muitos têm esposas mal amanhadas, principalmente aqueles “pentecas”, em cujas denominações as mulheres têm de usar saias e cabelos compridos, a fim de mostrarem uma piedade que nunca possuem (Tiago 4:2).

7. - Preguiça - Existe uma classe mais preguiçosa do que a dos pastores evangélicos? Primeiro, não exercem um emprego secular com a desculpa de se dedicarem exclusivamente ao “serviço de Deus” e aos assuntos da igreja. Contudo, esses mandriões dormem até altas horas do dia, ficam horas perdidas diante dos aparelhos de TV, ou fofocando com os confrades, e quase não lêem a Bíblia, a não ser em busca de alguns versos (em geral do Velho Testamento), para os transformarem numa pregação medíocre. Segundo, dificilmente esses pastores visitam uma ovelha carente ou enferma e nunca ajudam suas esposas nos afazeres domésticos, pois, em geral, são machistas demais e suas esposas se matam de trabalhar, em casa e na igreja, se não tiverem uma boa empregada (Provérbios 6:9; 15:19; Isaías 56:10, etc.).

Bem, meus leitores, mostrei apenas os pecados capitais da classe pastoral. Mas existem dezenas de outros pecados cometidos pelos pastores folgados e, a quem quiser descobri-los, aconselho a leitura do Livro de Provérbios e das Epístolas de Paulo, para depois comparar o desempenho do “anjo” de sua igreja e ver como ele se comporta em relação aos ensinos da Palavra de Deus.

Além desses pecados capitais, alguns desses “ungidos do Senhor” costumam praticar outros, como: mentira, covardia, ciúme, facção, bajulação... e por aí a fora.

Alguém vai ler estas “mal traçadas” críticas e se indagar: “Mary não tem medo de ser excluída da igreja por causa desse artigo?” Respondo: Primeiro, acredito piamente na 2 Timóteo 1:7. Segundo, o pastor da igreja que eu freqüento não se enquadra em nenhum desses pecados capitais, pois é um bom pai de família, é humilde, não é ambicioso, não é guloso, é um estudioso da Palavra, é um bom pregador e vive lendo muitos autores evangélicos. Por isso ele vai ler este artigo, vai esboçar um sorriso maroto e pensar: “Essa velhinha é louca de pedra!” E não tomará qualquer atitude contra mim, porque sempre fica na dele, até mesmo quando lhe faço alguma crítica direta e contundente! Por isso é que eu o respeito muito!

Mary Schultze, Primeira Igreja Batista de Teresópolis, RJ.
Fonte: http://www.maryschultze.com/news.php?readmore=135

sábado, 24 de outubro de 2009

Paradoxo do Nosso Tempo - George Carlin

Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos
rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde,
acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV
demais e raramente estamos com Deus.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos
freqüentemente.

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos
à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a
rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas
não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo,
mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos
menos; planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais
informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos
comunicamos cada vez menos.

Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta;
do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e
relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas
chiques e lares despedaçados.

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral
descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das
pílulas 'mágicas'.

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na
dispensa.

Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te
permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar
'delete'.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas
não estarão aqui para sempre.

Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo,
pois não lhe custa um centavo sequer.

Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o)
e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame...
se ame muito.

Um beijo e um abraço curam a dor,
quando vêm de lá de dentro.

Por isso, valorize sua familia e as pessoas que estão ao
seu lado, sempre.

domingo, 20 de setembro de 2009

Jesus e os cambistas

"Jesus expulsou os cambistas do templo. Será que também não expulsaria os pregadores que arrancam o dinheiro do povo usando programas de televisão? Será que também não gritaria de raiva, vendo os cristãos utilizando, sem pensar, técnicas de propaganda para vender livros, fitas, camisetas?"
John White, Comunidade Vineyard, Vancouver, Canada.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

indulgências x prosperidade

"Na Idade Média, os cristãos davam dinheiro para a igreja com o intuito de irem para o céu. Hoje, os cristãos dão dinheiro para a igreja para conseguirem um carro melhor, uma casa melhor..."

Ninguém aqui está defendendo as indulgências, mas pelo menos o motivo era mais nobre.

Creditos: Nani e a Teologia